GLOSSÁRIO · 238 TERMOS

    Vocabulário vivo do laboratório clínico.

    Termos essenciais do setor de análises clínicas brasileiro — explicados de forma direta, sem jargão de marketing, para gestores e equipes de laboratório.

    Como usar

    Definições curtas, aplicação prática e relação com produtos

    Cada termo do glossário foi escrito para servir tanto a gestores humanos quanto a mecanismos de busca e IAs, com definição objetiva, perguntas frequentes e links para contexto comercial e editorial.

    A21 termos

    ANS

    Regulatório

    ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) é a agência reguladora vinculada ao Ministério da Saúde que regula o mercado de planos de saúde no Brasil. Define regras de cobertura (rol de procedimentos), reajustes, ressarcimento ao SUS e a terminologia TUSS usada por todos os laboratórios que faturam para operadoras.

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    Anvisa

    Regulatório

    Agência Nacional de Vigilância Sanitária: autarquia federal responsável por regular e fiscalizar produtos e serviços que afetam a saúde no Brasil, incluindo laboratórios clínicos via RDCs.

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    Autoverificação

    Operacional

    Mecanismo do LIS que libera automaticamente resultados que atendem a regras pré-definidas (delta check ok, controle dentro de faixa, ausência de flags do equipamento), reservando atenção humana para os casos que realmente precisam.

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    AEQ — Avaliação Externa da Qualidade

    Qualidade

    Programa em que o laboratório recebe amostras-cegas de um provedor externo (ControlLab, PNCQ, CAP), processa e compara resultados com os pares. Exigida por PALC e ISO 15189.

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    ASTM (E1394 / LIS01-A2)

    Tecnologia

    Padrão de comunicação entre equipamentos analíticos e LIS amplamente usado em bioquímica, hematologia e imunoensaio. Base para boa parte do interfaceamento de bancada no laboratório clínico.

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    API REST

    Tecnologia

    Estilo arquitetural de APIs baseado em HTTP. No contexto laboratorial, é o caminho mais comum para integrar LIS, ERP, faturamento, BI e ferramentas de gestão sem precisar trocar de sistema.

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    Amostra rejeitada

    Qualidade

    Amostra inutilizada por critério pré-analítico (hemólise, volume insuficiente, identificação incorreta, tubo errado). Indicador-chave: taxa de rejeição por unidade e por causa.

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    ANS RN 305 (TISS)

    Regulatório

    Resolução Normativa da ANS que estabelece o padrão TISS para troca de informações entre operadoras e prestadores. Base regulatória do XML TISS no faturamento.

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    Autorização prévia

    Operacional

    Aprovação da operadora antes do exame ser realizado. Exigida para exames de alto custo e fora do rol regular. Falha de autorização é causa frequente de glosa técnica.

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    ASTM (E1394/E1381)

    Tecnologia

    Protocolo clássico de comunicação entre equipamento analítico e LIS/middleware. Ainda comum em equipamentos legados.

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    ANS RN 501

    Regulatório

    Resolução Normativa da ANS que atualiza obrigações de operadoras quanto a transparência de redes e prazos.

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    ASTM E1394

    Tecnologia

    Padrão de comunicação entre analisadores clínicos e LIS, ainda comum em interfaces de equipamentos.

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    Auditoria interna laboratorial

    Qualidade

    Processo periódico de verificação do sistema de gestão da qualidade do laboratório, exigido por PALC e ISO 15189.

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    Anonimização de dados

    Tecnologia

    Processo de retirada de identificadores diretos do paciente, exigido pela LGPD para uso de dados em pesquisa e BI agregado.

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    Auditoria LGPD

    Tecnologia

    Verificação periódica da conformidade do laboratório com a LGPD, incluindo trilhas de acesso ao laudo.

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    Antissepsia na coleta

    Operacional

    Limpeza da pele com álcool 70% ou clorexidina antes da punção, exigida por POP e PALC.

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    Amostra randômica

    Operacional

    Coleta de urina ou outra amostra sem horário definido, em contraposição a coletas programadas (urina 24h).

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    Aging de recebíveis

    Financeiro

    Tabela que classifica títulos a receber por faixa de atraso (0–30, 31–60, 61–90, +90 dias).

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    Alvará sanitário

    Regulatório

    Licença emitida pela vigilância sanitária municipal/estadual, obrigatória para operação do laboratório.

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    Acreditação CAP

    Qualidade

    College of American Pathologists — acreditação internacional reconhecida para laboratórios clínicos.

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    AEO em saúde

    Tecnologia

    Answer Engine Optimization — otimização de conteúdo para ser citado por ChatGPT, Perplexity, Gemini, Claude. Crítico para laboratórios em 2025+.

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    C33 termos

    Controle Interno de Qualidade (CIQ)

    Qualidade

    Controle Interno de Qualidade (CIQ) é o conjunto de procedimentos diários que verificam a precisão e exatidão dos resultados liberados pelo laboratório. Usa amostras de controle com valores conhecidos processadas em paralelo às amostras dos pacientes para detectar desvios analíticos antes da liberação.

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    CRM para Laboratório

    Tecnologia

    CRM para laboratório é o sistema que gerencia o relacionamento comercial com médicos solicitantes, clínicas parceiras e laboratórios-cliente (no caso de laboratórios de apoio). Diferente de CRM genérico, o CRM laboratorial é integrado ao volume de exames faturado, permitindo medir ROI por médico.

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    Coleta Domiciliar

    Operacional

    Coleta domiciliar é o serviço em que o profissional do laboratório (técnico em enfermagem ou biomédico) vai até a residência do paciente para coletar material biológico — sangue, urina, swab — preservando a cadeia de custódia da amostra até o processamento no laboratório central.

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    Cadeia de Custódia

    Qualidade

    Cadeia de custódia é o registro documental ininterrupto que comprova quem coletou, transportou, recebeu e processou cada amostra biológica, com data, hora e responsável em cada etapa. É exigência legal em exames toxicológicos, de paternidade e em qualquer exame com possível desdobramento jurídico.

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    CBHPM

    Financeiro

    Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos: tabela de referência criada pela AMB que precifica procedimentos médicos, incluindo exames laboratoriais. Serve como base para negociação com operadoras de saúde suplementar.

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    CFM

    Regulatório

    Conselho Federal de Medicina: autarquia que normatiza o exercício da medicina no Brasil. Suas resoluções afetam laudos, telemedicina, prontuário eletrônico e responsabilidade técnica em laboratório clínico.

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    CIQ — Controle Interno de Qualidade

    Qualidade

    Conjunto de práticas diárias em que o laboratório processa amostras-controle de valor conhecido para monitorar a precisão analítica de cada equipamento. Base para detectar desvios antes que afetem o paciente.

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    Copiloto laboratorial

    Tecnologia

    Assistente de IA generativa especializado no contexto de laboratório clínico (KPIs, glosa, qualidade, regulatório) que responde perguntas em linguagem natural, sugere ações e gera relatórios sobre os dados do próprio laboratório.

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    Cadeia de frio

    Operacional

    Manutenção controlada de temperatura entre coleta, transporte e análise — geralmente 2 °C a 8 °C para amostras sensíveis. Quebra de cadeia de frio invalida exames como gasometria, hormônios e cargas virais.

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    Citometria de fluxo

    Tecnologia

    Técnica que mede características de células individuais em suspensão. Usada em imunofenotipagem, hematologia avançada e oncohematologia.

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    CKD-EPI

    Operacional

    Equação atual para estimativa de taxa de filtração glomerular (TFG) a partir da creatinina sérica. Substituiu a MDRD em diretrizes recentes.

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    CFM 1.821/2007

    Regulatório

    Resolução do Conselho Federal de Medicina sobre prontuário eletrônico e digitalização de documentos médicos. Define requisitos técnicos de assinatura digital e guarda.

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    Conciliação TISS

    Financeiro

    Processo de bater repasse da operadora com lote enviado (XML TISS), identificando glosas e divergências. Automatizar economiza dias do financeiro a cada mês.

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    Conta médica

    Financeiro

    Conjunto de procedimentos faturáveis vinculados a um atendimento/guia. Em laboratório, organizar conta médica corretamente é pré-requisito para evitar glosa administrativa.

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    Contraprova

    Qualidade

    Repetição de exame em alíquota de amostra preservada. Usada como evidência em recurso de glosa, contestação de resultado e auditoria.

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    Copiloto de laboratório

    Tecnologia

    Assistente de IA contextualizado ao laboratório, treinado em normas (PALC, ISO 15189, RDC 786), KPIs e fluxos próprios. Acelera decisões operacionais e respostas a auditoria.

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    CID-10

    Regulatório

    Classificação Estatística Internacional de Doenças, 10ª revisão. Usada em laudos, autorizações e estatísticas. CID-11 em transição global.

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    CIAP-2

    Regulatório

    Classificação Internacional de Atenção Primária, 2ª edição. Usada na atenção primária brasileira (SUS) para registrar motivos de consulta e problemas.

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    Contas médicas (equipe)

    Financeiro

    Equipe responsável por preparar, conferir e contestar a cobrança de exames junto às operadoras. Foco em reduzir glosa e acelerar recebimento.

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    Controle externo da qualidade (CEQ/PNCQ)

    Qualidade

    Programa interlaboratorial obrigatório no Brasil em que laboratórios analisam amostras-cegas enviadas por provedores (PNCQ, ControlLab) para comparar desempenho. Exigido por PALC e ISO 15189.

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    CNES

    Regulatório

    Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde. Identificador obrigatório para todo laboratório clínico atuando no Brasil.

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    CBHPM 2024

    Financeiro

    Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos em sua edição 2024, usada como referência de valoração por sociedades médicas e operadoras.

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    Coparticipação

    Financeiro

    Valor que o beneficiário do plano paga diretamente pelo procedimento, somado ao reembolso da operadora ao laboratório.

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    Custo fixo laboratorial

    Operacional

    Custos que não variam com o volume de exames (aluguel, salários, depreciação de analisadores).

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    Custo variável por exame

    Operacional

    Custos diretamente proporcionais ao volume (reagentes, ponteiras, tubos, lâminas).

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    Calibração de analisador

    Qualidade

    Procedimento que estabelece relação entre o sinal do equipamento e a concentração real do analito, usando calibradores rastreáveis.

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    Curva de calibração

    Qualidade

    Relação matemática entre concentração conhecida e sinal medido, usada para quantificar amostras desconhecidas.

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    Conversão de agenda

    Operacional

    Percentual de slots ofertados que são efetivamente agendados.

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    CAC laboratorial

    Operacional

    Custo de Aquisição de Cliente em laboratório clínico — marketing + comercial dividido por pacientes novos.

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    Criptografia em repouso

    Tecnologia

    Proteção de dados armazenados (banco, backups) por meio de algoritmos criptográficos.

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    Criptografia em trânsito

    Tecnologia

    Proteção de dados durante transmissão pela rede (TLS 1.2+ no padrão Labix).

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    Certificação DICQ

    Qualidade

    Acreditação da Sociedade Brasileira de Análises Clínicas (SBAC) para laboratórios clínicos.

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    Citação por LLM

    Tecnologia

    Aparecer como fonte citada em respostas de ChatGPT/Perplexity/Gemini. Depende de schema, autoridade e densidade factual.

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    D9 termos

    Delta check

    Operacional

    Verificação automática que compara o resultado atual de um paciente com o resultado anterior do mesmo exame. Variações acima de um delta esperado disparam alerta para revisão (suspeita de troca de amostra, erro analítico ou evento clínico).

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    Demonstrativo de pagamento

    Financeiro

    Documento eletrônico enviado pela operadora detalhando o que foi pago e o que foi glosado em cada guia do lote. Base para conciliação financeira e abertura de recurso.

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    Descredenciamento de convênio

    Comercial

    Encerramento da relação contratual entre laboratório e operadora. Quando feito por dado (margem negativa sustentada), preserva margem; quando emocional, costuma destruir volume.

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    Data Warehouse laboratorial

    Tecnologia

    Banco analítico modelado para laboratório clínico (exames, ordens, faturamento, qualidade). Base do BI vertical — evita modelagem do zero.

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    DRE laboratorial

    Operacional

    Demonstração do Resultado do Exercício adaptada ao laboratório, com custos divididos por setor (pré, analítico, pós, faturamento).

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    DPIA (RIPD)

    Tecnologia

    Relatório de Impacto à Proteção de Dados Pessoais, exigido pela LGPD em tratamentos de risco (dados sensíveis de saúde).

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    DPO em laboratório

    Tecnologia

    Encarregado pelo tratamento de dados pessoais, função obrigatória sob a LGPD em laboratórios.

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    Dado pessoal sensível de saúde

    Regulatório

    Categoria especial de dado pessoal sob a LGPD, incluindo exames, diagnósticos e prontuários, com regime de proteção reforçado.

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    Data Warehouse laboratorial

    Tecnologia

    Repositório estruturado de dados históricos do laboratório, otimizado para BI e análise multidimensional.

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    E11 termos

    Exames de alto custo

    Operacional

    Conjunto de exames com custo unitário elevado (biologia molecular, NGS, painéis hormonais, alergia molecular). Demandam controle especial de autorização, estoque e margem.

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    Espectrofotometria

    Tecnologia

    Técnica analítica que mede absorção de luz por uma amostra em comprimentos de onda específicos. Base de muitos métodos bioquímicos automatizados.

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    ELISA

    Tecnologia

    Enzyme-Linked Immunosorbent Assay — método imunoensaio enzimático usado em sorologia e dosagens de proteínas. Manual ou automatizado, com leitura espectrofotométrica.

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    Eletroforese

    Tecnologia

    Separação de proteínas ou ácidos nucleicos por migração em campo elétrico. Base de exames como eletroforese de proteínas séricas e de hemoglobinas.

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    EBITDA laboratorial

    Financeiro

    Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização aplicado a laboratórios. Margem EBITDA varia de 10% a 25% em redes consolidadas (a apurar).

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    Exame de alto custo

    Financeiro

    Exame com insumo, equipamento ou royalty caros (genéticos, biologia molecular, marcadores tumorais). Exige análise específica de margem e contrato com convênio.

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    ETL no laboratório

    Tecnologia

    Extract, Transform, Load — processo que move dados do LIS/ERP para o DW analítico, padronizando códigos (TUSS, convênio, unidade).

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    Embeddings

    Tecnologia

    Representação vetorial de texto/dado usada para busca semântica em base de conhecimento. Base técnica do RAG.

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    Efeito matriz

    Qualidade

    Influência dos componentes não-analitos da amostra sobre a medição do analito.

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    ETL laboratorial

    Tecnologia

    Extract-Transform-Load aplicado a dados laboratoriais: extração do LIS/ERP, transformação para modelo BI e carga no Data Warehouse.

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    E-E-A-T

    Tecnologia

    Experience, Expertise, Authoritativeness, Trustworthiness — critérios de qualidade que Google usa para classificar conteúdo médico (YMYL).

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    I17 termos

    ISO 15189

    Qualidade

    ISO 15189 é a norma internacional de qualidade e competência específica para laboratórios clínicos. Define requisitos de gestão e técnicos que vão da fase pré-analítica à pós-analítica. No Brasil, a acreditação é concedida pela Cgcre/Inmetro e diferencia o laboratório no mercado.

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    Interfaceamento de Equipamentos

    Tecnologia

    Interfaceamento é a conexão automatizada entre equipamentos analíticos (analisadores) e o LIS do laboratório, eliminando a digitação manual de resultados. Pode ser unidirecional (só envio do resultado) ou bidirecional (LIS envia a ordem ao equipamento e recebe o resultado de volta).

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    Inteligência Artificial em Laboratório

    Tecnologia

    Inteligência Artificial em laboratório é o uso de algoritmos de aprendizado de máquina para apoiar decisões clínicas, operacionais e de gestão — desde validação automática de resultados até previsão de demanda, detecção de fraude em pedidos e otimização de roteiro de coleta domiciliar.

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    Interoperabilidade em Saúde

    Tecnologia

    Interoperabilidade em saúde é a capacidade de sistemas distintos — LIS, prontuário eletrônico, plataformas de telemedicina, operadoras de planos — trocarem dados clínicos com significado preservado, usando padrões abertos como HL7 v2, HL7 FHIR, DICOM e CBHPM/TUSS. É o que viabiliza pedidos eletrônicos, laudos remotos e BI consolidado entre instituições.

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    ISO 17025

    Qualidade

    Norma internacional que estabelece requisitos gerais para competência de laboratórios de ensaio e calibração. No Brasil, é aplicada a laboratórios de calibração, controle de qualidade industrial e parte dos laboratórios de pesquisa — em análises clínicas, a referência principal é a ISO 15189.

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    Intervalo de referência

    Operacional

    Faixa de valores considerados normais para um exame em uma população definida (idade, sexo, etnia). É a referência usada para sinalizar resultados alterados no laudo.

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    Implantação de sistema laboratorial

    Tecnologia

    Conjunto de atividades para colocar um sistema (LIS, BI, gestão) em produção: levantamento, integração, parametrização, migração de dados, treinamento e go-live. Em projetos Labix, dura tipicamente 30 a 60 dias.

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    ISO 27001

    Tecnologia

    Norma internacional de Sistema de Gestão de Segurança da Informação (SGSI). Em laboratório, sustenta a governança de dados de saúde, controle de acessos e resposta a incidentes — aplicável a infra própria e ao fornecedor cloud.

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    Icterícia (amostra)

    Qualidade

    Coloração amarelada do soro por bilirrubina elevada. Pode interferir em métodos colorimétricos. Detectada por índice sérico automatizado em conjunto com hemólise e lipemia.

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    Identificação positiva do paciente

    Qualidade

    Processo de confirmar a identidade do paciente em todas as etapas (cadastro, coleta, análise, laudo) usando ao menos dois identificadores. Reduz risco de troca de amostra — evento sentinela em segurança do paciente.

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    Imunofixação

    Tecnologia

    Variação da eletroforese com identificação imunológica de componentes monoclonais. Padrão em diagnóstico de mieloma e gamopatias.

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    IN 19 (Anvisa)

    Regulatório

    Instrução Normativa 19/2017 da Anvisa que regulamenta procedimentos relacionados à RDC 786/2023 sobre laboratórios clínicos.

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    Inadimplência por operadora

    Financeiro

    Percentual da receita não recebida ou recebida em atraso por operadora. Indicador para renegociar contrato.

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    Incerteza de medição

    Qualidade

    Parâmetro associado ao resultado de uma medição que caracteriza a dispersão dos valores atribuíveis ao mensurando. Exigido por ISO 15189.

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    Interferente analítico

    Operacional

    Substância presente na amostra que altera o resultado da medição (ex.: hemólise, lipemia, icterícia, medicamentos).

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    Incidente de segurança LGPD

    Regulatório

    Evento que comprometa confidencialidade, integridade ou disponibilidade de dados pessoais; obrigação de comunicar à ANPD.

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    IHE Laboratory

    Tecnologia

    Perfis IHE (Integrating the Healthcare Enterprise) que padronizam fluxo laboratorial entre sistemas.

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    L13 termos

    LIS / LIMS

    Tecnologia

    LIS (Laboratory Information System) é o software que gerencia a operação de um laboratório de análises clínicas, controlando cadastro de pacientes, ordens de exame, resultados, equipamentos e laudos. LIMS é o termo equivalente, mais usado em laboratórios de pesquisa e indústria.

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    Lipemia

    Operacional

    Aspecto leitoso do soro/plasma causado por excesso de lipídios, que interfere em métodos colorimétricos. Frequente em pacientes não jejum.

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    Laboratório de apoio

    Comercial

    Laboratório que recebe amostras de outros laboratórios (clientes B2B) para realizar exames de média/alta complexidade que o solicitante não executa. Exige gestão de SLA por contrato e visitação a labs-cliente.

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    LGPD em laboratório

    Regulatório

    Lei Geral de Proteção de Dados (Lei 13.709/2018) aplicada ao laboratório clínico: dado de saúde é dado sensível, exige base legal específica, registro de tratamento, política de retenção e respostas a titulares dentro de prazos definidos.

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    Laudo estruturado

    Tecnologia

    Laudo emitido em formato com campos padronizados (texto + dados), facilitando integração com prontuário eletrônico, análise por IA e auditoria.

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    LGPD em saúde

    Regulatório

    Aplicação da Lei Geral de Proteção de Dados a serviços de saúde. Dados de saúde são sensíveis (art. 5º, II) — exigem base legal específica, registro de tratamento, DPO e medidas técnicas.

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    Lean no laboratório

    Operacional

    Aplicação de princípios Lean Six Sigma à operação laboratorial: redução de retrabalho, fluxo contínuo, gestão visual e melhoria contínua (PDCA/DMAIC).

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    LLM em saúde

    Tecnologia

    Modelo de linguagem grande aplicado a tarefas clínicas (geração de laudo, classificação de motivo de glosa, suporte ao atendimento). Exige guardrails clínicos e LGPD.

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    LOINC

    Tecnologia

    Logical Observation Identifiers Names and Codes — vocabulário internacional para identificar observações laboratoriais e clínicas. Crítico para interoperabilidade FHIR/HL7.

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    Linearidade analítica

    Qualidade

    Capacidade de um método produzir resultados diretamente proporcionais à concentração do analito dentro do intervalo declarado.

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    Limite de detecção (LoD)

    Qualidade

    Menor concentração de um analito que pode ser detectada com confiança estatística, mas não necessariamente quantificada.

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    Limite de quantificação (LoQ)

    Qualidade

    Menor concentração de um analito que pode ser quantificada com exatidão e precisão aceitáveis.

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    LTV do paciente

    Operacional

    Lifetime Value: receita média gerada por paciente ao longo do relacionamento com o laboratório.

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    M7 termos

    Médico Solicitante

    Comercial

    Médico solicitante é o profissional que prescreve exames laboratoriais para um paciente. Para o laboratório, é o cliente B2B mais importante: cada médico ativo gera fluxo recorrente de pedidos. Acompanhar quantidade, frequência e tipo de exames por médico é base da gestão comercial laboratorial.

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    Middleware laboratorial

    Tecnologia

    Camada de software entre os equipamentos analíticos e o LIS que centraliza comunicação, regras de autoverificação, controle de qualidade e roteirização de amostras.

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    Mix de exames

    Financeiro

    Composição dos exames realizados no período por categoria (rotina, alta complexidade, biologia molecular). Determina margem média e exposição a glosa.

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    Migração de histórico de exames

    Tecnologia

    Processo de transferir resultados, cadastros e laudos antigos de um sistema legado para um novo. Principal fator de risco e de tempo em troca de LIS — em projetos Labix, é evitada por padrão.

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    Mix de exames

    Financeiro

    Composição percentual dos exames realizados (rotina, alto custo, especiais). Determina margem média do laboratório — exames de alto custo costumam ter maior margem absoluta, mas exigem mais investimento.

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    Middleware laboratorial

    Tecnologia

    Camada entre equipamentos analíticos e LIS que aplica regras de validação, autoverificação e roteamento. Ex.: Data Innovations Instrument Manager.

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    Middleware laboratorial

    Tecnologia

    Camada de software entre analisadores e LIS responsável por roteamento de amostras, regras de autoverificação e gestão de lote.

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    P15 termos

    PALC

    Qualidade

    PALC (Programa de Acreditação de Laboratórios Clínicos) é o programa de acreditação da SBPC/ML, voltado especificamente para laboratórios clínicos brasileiros. É a acreditação mais difundida no país e funciona como selo de qualidade reconhecido por operadoras e médicos solicitantes.

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    Produtividade Laboratorial

    Operacional

    Produtividade laboratorial é a relação entre o volume de exames produzidos e os recursos consumidos (pessoas, tempo, equipamentos). Indicadores típicos incluem exames por colaborador, exames por hora-equipamento e tempo médio por etapa do processo analítico.

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    Previsão de demanda

    Tecnologia

    Modelagem estatística ou de machine learning que projeta volume futuro de exames por unidade, exame e período. Insumo para dimensionar coleta, reagentes, escala de bancada e logística de transporte de amostra.

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    PCR em tempo real (qPCR)

    Tecnologia

    Reação em cadeia da polimerase com detecção em tempo real da amplificação do DNA/RNA. Padrão para diagnóstico molecular (cargas virais, microbiologia molecular, oncologia).

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    PGRSS

    Regulatório

    Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde. Documento exigido pela RDC 222/2018 — descreve segregação, acondicionamento, transporte e destino dos resíduos do laboratório.

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    Ponto de equilíbrio

    Financeiro

    Volume mínimo de exames/receita para cobrir custos fixos e variáveis. Crítico para abertura de nova unidade ou novo exame de alto custo.

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    Pacote de check-up

    Comercial

    Combo de exames de rotina vendido com desconto, geralmente em datas-chave (homem, mulher, infantil). Forma comum de elevar ticket médio.

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    Posto de coleta

    Operacional

    Unidade do laboratório dedicada apenas à coleta e envio de amostras a um laboratório-âncora. Sujeito à RDC 786 e fiscalização da Vigilância Sanitária local.

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    POP (Procedimento Operacional Padrão)

    Qualidade

    Documento controlado que descreve passo-a-passo um procedimento laboratorial. Exigido por PALC, ISO 15189 e RDC 786.

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    Produtividade por coletor

    Operacional

    Número médio de coletas realizadas por coletor em um período. Indicador operacional de eficiência.

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    Produtividade por técnico

    Operacional

    Número de exames liberados por técnico em um turno. Indicador operacional do setor técnico.

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    Ponto de equilíbrio (break-even)

    Operacional

    Volume mensal de exames a partir do qual a receita cobre custos fixos + variáveis.

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    Punção venosa

    Operacional

    Técnica de coleta de sangue por punção da veia, base do pré-analítico laboratorial.

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    Prazo médio de recebimento (PMR)

    Financeiro

    Dias médios entre faturamento e recebimento efetivo por operadora. Indicador-chave de saúde financeira.

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    Provisão de glosa

    Financeiro

    Reserva contábil estimada com base no histórico de glosa por operadora.

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    R31 termos

    Rastreabilidade de Amostra

    Operacional

    Rastreabilidade de amostra é a capacidade de reconstituir todo o caminho percorrido por uma amostra biológica desde a coleta até a liberação do laudo, identificando quem fez cada etapa, em qual equipamento, com quais reagentes e em que momento. É exigência regulatória e de acreditação.

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    Rol de Procedimentos da ANS

    Regulatório

    Rol de Procedimentos da ANS é a lista oficial de exames, consultas e procedimentos que as operadoras de planos de saúde são obrigadas a cobrir. É revisto periodicamente, e cada atualização pode incluir novos exames laboratoriais que passam a ter cobertura obrigatória, expandindo a demanda potencial.

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    RPA em Laboratório

    Tecnologia

    RPA (Robotic Process Automation) em laboratório é o uso de robôs de software para executar tarefas repetitivas como digitação de pedidos, conferência de laudos, importação de tabelas e integração entre sistemas que não conversam nativamente. Reduz custo operacional e libera equipe para tarefas de maior valor.

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    Rota de Coleta

    Operacional

    Rota de coleta é o planejamento logístico que define a sequência de pontos de coleta — domicílios, unidades satélites, postos de saúde, laboratórios-clientes — a ser percorrida pelo coletador ou motorista, respeitando janelas de estabilidade da amostra, horário de entrega ao laboratório central e restrições de trânsito.

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    Receita e Pedido Eletrônico de Exame

    Regulatório

    Receita ou pedido eletrônico de exame é o documento prescritivo emitido digitalmente por médico, com assinatura por certificado ICP-Brasil ou validação por plataforma autorizada (CFM/CRM digital). Tem validade legal equivalente ao papel desde a Lei 13.989/2020 e Resolução CFM 2.299/2021, e é o formato esperado em qualquer fluxo de telemedicina.

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    RDC 786/2023

    Regulatório

    Resolução da Diretoria Colegiada da Anvisa que estabelece o regulamento técnico para funcionamento de laboratórios clínicos e postos de coleta no Brasil. Substitui a RDC 302/2005, atualizando exigências de qualidade, biossegurança, rastreabilidade e gestão de riscos.

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    RDC 302/2005

    Regulatório

    Resolução histórica da Anvisa que regulamentou o funcionamento de laboratórios clínicos no Brasil entre 2005 e 2023. Foi substituída pela RDC 786/2023, mas seus conceitos de qualidade e biossegurança continuam aplicáveis.

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    Recurso de glosa

    Financeiro

    Processo formal de contestação da glosa enviado à operadora, com prazo definido por contrato. Eficiência do recurso depende de organizar motivo, evidência e protocolo em um workflow com SLA interno.

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    Rol de Procedimentos ANS

    Regulatório

    Lista mínima de procedimentos que as operadoras de planos de saúde são obrigadas a cobrir, definida pela ANS e atualizada periodicamente. Exames fora do rol são glosados por padrão.

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    Repasse médico

    Financeiro

    Parcela do faturamento de exames repassada ao médico responsável (patologista clínico, citopatologista) conforme contrato. Em laboratórios maiores, é a maior linha de despesa variável depois de insumos.

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    RNDS

    Tecnologia

    Rede Nacional de Dados em Saúde: plataforma do Ministério da Saúde para troca de informações clínicas entre estabelecimentos no Brasil, baseada em FHIR. Recebe resultados de exames de notificação obrigatória.

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    RAG clínico

    Tecnologia

    Retrieval-Augmented Generation aplicada à saúde: arquitetura em que um LLM responde com base em um corpus controlado (POPs, RDCs, manuais de exame, base do próprio laboratório), reduzindo alucinação e mantendo rastreabilidade da fonte.

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    Rede de laboratórios

    Comercial

    Grupo de laboratórios com matriz e unidades, operando sob marca única, com necessidade de padronização de processos, BI consolidado multi-unidade e gestão de visitação coordenada.

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    RDC 222/2018

    Regulatório

    Resolução Anvisa sobre boas práticas de gerenciamento de resíduos de serviços de saúde (RSS). Aplica-se a laboratórios clínicos no descarte de perfurocortantes, biológicos e químicos.

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    Rentabilidade por convênio

    Financeiro

    Margem real apurada por convênio após custo direto, glosa e administrativo. Métrica essencial antes de qualquer renegociação de tabela.

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    Ranking de médicos solicitantes

    Comercial

    Lista ordenada de médicos por receita gerada ao laboratório. Pareto típico: 20% dos médicos respondem por 70–80% da receita comercial.

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    Regras de Westgard

    Qualidade

    Conjunto de regras estatísticas (1-2s, 1-3s, 2-2s, R-4s, 4-1s, 10x) aplicadas ao controle interno da qualidade analítica para detectar erros aleatórios e sistemáticos.

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    Regra 1-3s

    Qualidade

    Regra de Westgard que sinaliza erro quando um único valor de controle ultrapassa ±3 desvios-padrão da média. Indica erro aleatório grosseiro.

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    Regra 2-2s

    Qualidade

    Regra de Westgard que sinaliza erro sistemático quando dois controles consecutivos ultrapassam o mesmo limite de ±2 DP.

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    Regra R-4s

    Qualidade

    Regra de Westgard que sinaliza erro aleatório quando a diferença entre dois controles consecutivos excede 4 DP.

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    RDC 44/2009

    Regulatório

    Resolução da Anvisa sobre boas práticas farmacêuticas, com reflexos em laboratórios que dispensam medicamentos ou kits.

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    Recurso de glosa

    Financeiro

    Processo formal de contestação da glosa aplicada pela operadora, com prazo definido em contrato e padrão TISS.

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    Retrabalho laboratorial

    Operacional

    Repetição de exames por erro pré-analítico, técnico ou de digitação. Indicador-chave de qualidade e custo evitável.

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    RCA (Análise de Causa Raiz)

    Qualidade

    Método de investigação de não-conformidades usado em laboratórios acreditados.

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    Rastreabilidade metrológica

    Qualidade

    Propriedade de um resultado de medição ser relacionado a referências, por meio de cadeia documentada de calibrações.

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    Regra de liberação

    Operacional

    Conjunto de critérios automáticos (CV, controles, delta-check) para liberar laudo sem revisão humana.

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    Recorrência de paciente

    Operacional

    Percentual de pacientes que retornam ao laboratório dentro de 12 meses.

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    Relatório XTEE

    Financeiro

    Relatório de cobrança no padrão TISS usado por algumas operadoras.

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    RDC 50/2002

    Regulatório

    Resolução da Anvisa sobre projeto físico de estabelecimentos de saúde, aplicável a laboratórios.

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    Responsável Técnico (RT) do laboratório

    Regulatório

    Profissional habilitado (farmacêutico, biomédico, médico patologista) responsável legal pela operação do laboratório.

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    RabbitMQ em integrações

    Tecnologia

    Broker de mensageria usado para integrações assíncronas entre LIS, ERP e Labix Bridge.

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    S9 termos

    Sequenciamento de Nova Geração (NGS)

    Operacional

    NGS (Next-Generation Sequencing) é a tecnologia de sequenciamento massivo paralelo de DNA e RNA que permite analisar de painéis dirigidos (alguns genes) ao genoma completo em uma única corrida. No laboratório clínico, é base de oncologia de precisão, painéis hereditários, NIPT (pré-natal não invasivo) e farmacogenômica.

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    SNOMED CT

    Tecnologia

    Ontologia clínica internacional para descrição padronizada de condições, procedimentos e achados. Adotada pelo Ministério da Saúde brasileiro.

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    Sangria branca

    Operacional

    Procedimento de coleta sem hemólise visível, considerado padrão de qualidade no pré-analítico.

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    Share de pedidos

    Operacional

    Participação do laboratório no total de pedidos de um médico solicitante ou clínica.

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    SMART on FHIR

    Tecnologia

    Framework para construção de apps clínicos com OAuth 2.0 + FHIR, padrão emergente em interoperabilidade.

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    Schema MedicalTest

    Tecnologia

    Tipo do schema.org para descrever exames laboratoriais a buscadores e LLMs.

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    Schema QAPage

    Tecnologia

    Tipo do schema.org para páginas de pergunta e resposta — formato preferido por LLMs em respostas conversacionais.

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    Schema Speakable

    Tecnologia

    Marcação que indica trechos de texto ideais para resposta por voz (Google Assistant) e LLMs.

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    Schema DefinedTerm

    Tecnologia

    Marcação para entradas de glossário; aumenta chance do verbete ser citado como definição canônica.

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    T20 termos

    TUSS

    Regulatório

    TUSS (Terminologia Unificada da Saúde Suplementar) é a tabela padrão da ANS que define códigos únicos para cada exame, procedimento e material usado na saúde suplementar brasileira. Todo laboratório que atende convênios precisa cadastrar seus exames com o código TUSS correspondente.

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    TAT (Turnaround Time)

    Operacional

    TAT (Turnaround Time) é o tempo total entre o recebimento da amostra no laboratório e a liberação do laudo ao médico solicitante. É um dos principais indicadores de qualidade percebida e satisfação do cliente em laboratórios de análises clínicas.

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    Tabela de Convênios

    Financeiro

    Tabela de convênios é o conjunto de preços que o laboratório pratica para cada exame em cada operadora de saúde com a qual tem contrato. Cada operadora pode ter sua própria tabela, com valores, regras de pacote, descontos e periodicidade de reajuste diferentes.

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    Telemedicina

    Regulatório

    Telemedicina é o exercício da medicina mediado por tecnologias digitais para atendimento remoto, segunda opinião, monitoramento, emissão de pedidos de exame e laudo a distância. No Brasil, é regulamentada pela Lei 14.510/2022 e pela Resolução CFM 2.314/2022, permitindo prescrição e solicitação eletrônica de exames laboratoriais.

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    Tabela AMB

    Financeiro

    Tabela de honorários médicos historicamente publicada pela Associação Médica Brasileira. Foi precursora da CBHPM e ainda é citada em contratos antigos com operadoras.

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    TISS

    Financeiro

    Troca de Informação em Saúde Suplementar: padrão obrigatório da ANS para comunicação eletrônica entre prestadores e operadoras de planos de saúde. Define formato de guia, lote e demonstrativo.

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    TISS 4.x

    Financeiro

    Versão atual do padrão TISS (séries 4.00 e seguintes), com mudanças em estrutura de guias, formas de envio, terminologias e regras de validação. Obriga atualização periódica dos sistemas de faturamento do laboratório.

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    Ticket médio por requisição

    Financeiro

    Valor faturado médio por pedido médico (requisição). KPI gerencial que combina mix de exames, perfil de convênio e ticket por paciente.

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    TAT por unidade

    Operacional

    Tempo médio entre coleta e liberação do laudo, segmentado por unidade de coleta. Permite identificar gargalos logísticos (transporte de amostra) e analíticos (bancada sobrecarregada).

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    Transporte de amostra

    Operacional

    Etapa entre coleta e bancada analítica. Tempo, temperatura e agitação afetam estabilidade. Em redes multi-unidade, é gargalo frequente do TAT — exige roteirização e controle de temperatura por trecho.

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    Ticket médio

    Financeiro

    Receita média por atendimento ou paciente. Em laboratório, varia muito por convênio e mix de exames — métrica essencial para análise comercial e renegociação.

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    TMR (Tempo Médio de Resposta)

    Operacional

    Tempo médio entre solicitação e laudo. Sinônimo prático de TAT em alguns LIS brasileiros. Reportado por exame, unidade e turno.

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    TISS 4.01

    Financeiro

    Versão 4.01 do Padrão TISS, vigente para troca de informações entre operadoras e prestadores na saúde suplementar.

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    Tempo de garroteamento

    Operacional

    Tempo em que o torniquete permanece aplicado durante a coleta. Acima de 60s pode alterar resultados (hemoconcentração).

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    Temperatura de transporte

    Operacional

    Faixa de temperatura controlada (2–8 °C, ambiente ou -20 °C) para transporte de amostras conforme exame solicitado.

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    TAT pré-analítico

    Operacional

    Turnaround time da fase pré-analítica (do pedido à entrada da amostra no laboratório).

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    TAT pós-analítico

    Operacional

    Turnaround time da fase pós-analítica (da liberação técnica à entrega do laudo).

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    Taxa de recoleta

    Operacional

    Percentual de exames que precisam ser recoletados em relação ao total de coletas. Indicador PALC/ISO.

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    Ticket médio por exame

    Operacional

    Receita média gerada por exame faturado. Indicador financeiro estratégico.

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    Tempo médio de espera

    Operacional

    Tempo médio entre check-in do paciente e início da coleta. Indicador de experiência.

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