20 de abril de 2026 9 min de leituraPor Equipe Labix
Resposta direta
Em poucas linhas, o que este artigo responde
Mês 1: diagnóstico da carteira atual e mapeamento de potencial.
Mês 2: contratação, setup do CRM e treinamento intensivo.
Mês 1 — Diagnóstico e desenho
Antes de contratar qualquer propagandista, o gestor precisa responder com dados:
- Quais são meus 50 maiores médicos solicitantes?
- Quais bairros concentram maior receita?
- Quais especialidades têm penetração baixa em relação ao meu portfólio?
- Qual o ticket médio e a margem por convênio?
Essas respostas saem do LIS/LIMS e do financeiro. Sem elas, a contratação do propagandista é palpite.
Mês 2 — Equipe, sistema e treinamento
| Semana | Entrega |
|---|---|
| 5 | Definição de territórios e perfil de contratação. |
| 6 | Contratação dos 1–2 primeiros propagandistas. |
| 7 | Setup do CRM, importação da base de médicos, configuração de KPIs. |
| 8 | Treinamento de portfólio com corpo técnico + uso do app mobile. |
Mês 3 — Go-live assistido
Primeiras 4 semanas em campo com acompanhamento próximo:
- Semana 9: 1 dia de campo acompanhado pelo coordenador por propagandista.
- Semana 10: revisão de check-ins e qualidade do registro no CRM.
- Semana 11: primeiros KPIs disponíveis — visitas/dia, cobertura.
- Semana 12: revisão de rota, ajuste fino e plano para o trimestre seguinte.
Erros que matam a implantação
- Contratar propagandista antes de ter CRM definido — gera vícios manuais difíceis de remover depois.
- Pular diagnóstico de carteira — propagandista trabalha com lista do dono, não com potencial real.
- Treinamento técnico fraco — propagandista sem domínio do portfólio perde credibilidade na 1ª visita.
- Falta de coordenação — sem alguém revisando KPIs semanalmente, a operação se acomoda em achismo.
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