Em poucas linhas, o que este artigo responde
Começar pela ferramenta, não pela pergunta de gestão, é o erro #1.
Querer cobrir tudo no primeiro release garante atraso e abandono.
1. Começar pela ferramenta
Sintoma: "Compramos Power BI, agora vamos pensar em KPIs."
Correção: começar pelas perguntas de gestão. Ferramenta vem depois, escolhida em função das perguntas e do volume de dado.
2. Tentar cobrir 100% no primeiro release
Sintoma: mapeamento de 80 KPIs, projeto de 12 meses, nada publicado.
Correção: MVP com 8 a 12 KPIs em 30 a 60 dias. Expandir depois.
3. Tratar BI como projeto de TI
Sintoma: TI define KPIs, gestão não usa.
Correção: patrocinador executivo de gestão, donos de KPI no negócio, TI como apoio. Detalhes em governança de dados.
4. Sem dono por KPI
Sintoma: "Quem é responsável por essa margem?" — silêncio.
Correção: nome de pessoa ao lado de cada KPI, cobrança em reunião semanal.
5. Sem dicionário de dados
Sintoma: reuniões com 3 versões do mesmo número.
Correção: dicionário com fórmula, fonte, exceções e dono. Vivo, revisado trimestralmente.
6. Power BI sem integração contínua
Sintoma: analista exporta planilhas todo dia.
Correção: integração contínua via API/ETL. Sem isso, o projeto não escala e o analista vira gargalo.
7. Sem cadência de uso
Sintoma: painel publicado, ninguém abre.
Correção: reunião semanal recorrente com painel aberto, ata pública, ações com prazo.
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