CASO DE USO · VISITAÇÃO

    Organizar visitação médica e medir ROI por solicitante

    Como sair da planilha, padronizar visita, medir ROI por médico e conectar visitação ao faturamento do laboratório — sem trocar o LIS atual.

    TL;DR
    • Visitação médica em laboratório vive em planilha porque CRM genérico não fala a língua do setor: TUSS, exame, especialidade, repasse.
    • Sem padrão de visita e sem cruzamento com o faturamento, ROI por médico é especulação — e propagandista vira despesa, não investimento.
    • Organizar visitação não exige trocar sistema. Exige um CRM próprio que conecta o registro de visita ao volume de exames real por solicitante.
    • Quando a ponte é feita, a diretoria passa a discutir médico com gráfico, não com sensação. Decisão de campanha, território e meta fica objetiva.

    A dor por trás do caso

    A maior parte dos laboratórios que mantém equipe de propagandistas mede a ponta por número de visitas — porque é o único dado que existe. Volume de exames gerado por médico visitado raramente entra na conta, e quando entra é por relatório manual de fim de mês.

    O resultado é que cada propagandista tem o próprio Excel, cada gerente tem o próprio padrão, e a diretoria recebe consolidado defasado. Quando o exame de um solicitante cai, ninguém sabe se foi falta de visita, falta de campanha ou problema externo.

    Visitação médica vira centro de custo difícil de defender. A virada é simples: cada visita registrada precisa cruzar com o exame que aquele médico solicitou, em tempo próximo do real.

    Sintomas que você reconhece

    • Cada propagandista tem o próprio Excel de visitas.
    • Relatório consolidado de visita só sai no fim do mês.
    • Você não sabe dizer quantos exames vieram de um médico específico nos últimos 90 dias.
    • Decisão de manter, treinar ou desligar propagandista é por sensação.
    • Campanha de exame novo é lançada sem segmentar por especialidade do solicitante.

    Como resolver — passo a passo

    1. 1

      Centralize a base de médicos solicitantes

      Importe a base de prescritores do LIS e enriqueça com CRM, especialidade, clínica vinculada e região. Base unificada elimina cadastro paralelo no Excel.

    2. 2

      Padronize o registro de visita

      Formulário único com check-in geolocalizado, tipo de visita, materiais entregues, exames apresentados e próximo passo. Padrão permite comparar propagandistas e regiões com critério.

    3. 3

      Conecte a visita ao faturamento

      Cruze o registro da visita com o volume de exames faturado por aquele médico nos 30/60/90 dias subsequentes. É essa ligação que transforma visita em ROI mensurável (a apurar).

    4. 4

      Organize a rota por potencial, não por hábito

      Roteirização baseada em região + especialidade + potencial estimado de envio. Propagandista para de visitar quem já está engajado e ataca prescritor de alto potencial com baixo envio.

    5. 5

      Crie campanha segmentada por especialidade

      Para cada exame novo, segmente prescritores por especialidade que solicita o procedimento e meça conversão em pedido por canal/campanha — não por opinião do gerente regional.

    Tempo total típico: 21 dias.

    O que muda quando a dor é endereçada

    Visitas/dia por propagandista
    Sobe com rota otimizada (a apurar)
    ROI por médico solicitante
    Primeira vez medido de forma confiável
    Tempo para consolidar relatório
    De dias para minutos
    Cobertura da base ativa de solicitantes
    (a apurar) %

    Perguntas frequentes

    Qual é a diferença entre CRM comum e CRM de visitação médica para laboratório?

    CRM genérico modela oportunidade, pipeline e venda. CRM de visitação médica para laboratório modela médico solicitante, especialidade, exame, prescrição e repasse. A diferença prática é que o segundo conecta a visita ao volume de exames real — o primeiro não tem onde encaixar isso.

    Como medir ROI de visita médica em laboratório de análises clínicas?

    Por cruzamento entre a visita registrada e o volume de exames faturado por aquele solicitante nos 30/60/90 dias após o contato. Sem essa ligação, ROI é estimativa. Com ela, diretoria toma decisão de campanha, território e meta com número.

    Propagandista consegue trabalhar sem internet em consultório?

    Sim. O app móvel funciona offline e sincroniza quando a conexão volta. É requisito básico — consultório com Wi-Fi instável ou andar sem sinal é o cenário comum, não a exceção.

    Produto Labix que ancora a execução

    Labix Visit

    O módulo Labix que operacionaliza este caso de uso integrando ao LIS, ERP e faturamento que você já usa.

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